sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A Manhã e suas surpresas


O céu apresentava – se límpido com apenas algumas nuvens, em forma de pompom que se movimentavam em um leve bailar sem destino.
Acordou, e seguiu ao banheiro com a vista turva, passadas curtas e lentas. Seu rosto estava suado e seus olhos vermelhos, um gosto estanho estava em sua boca. Seu hálito estava forte com um cheiro que lembrava sardinhas com algo que não lhe vinha a mente fazendo seu estômago embrulhar.
Vomitou uma pasta em que não se podia distinguir a cor e voltou a cama.
Isso se repetiu durante toda a tarde, e não parecia cessar. Suas tripas pareciam sair a cada regurgitada e aos poucos não havia mais nada para vomitar, mas sim uma água amarga.
A cama estava babada, suada e emanava um cheiro estranho, não havia mais como descansar pensou ele alisando o travesseiro, resolveu continuar seu dia ou pelo menos o que restara dele.
Andava como um bêbado com torci colo apoiando se nas paredes seguindo em um zigue e zague torto. A cozinha esta uma bagunça “Como eu posso ter feito tanto lixo em apenas uma noite de descuido?”, “O q posso ter feito?”, varias foram as interrogações em sua mente que continuaram quando se deparou com a copa. Varias caixas de pizza estava empilhadas lá , pizzas que nunca gostou ou que pelo menos não se lembrava de ter experimentado ou que nem ao menos soubesse da existência de sabores tão extravagantes.
Anchovas, polvo, e uma pizza repleta de coisas verdes que lhe enchiam os olhos. A fome se mostrou presente seu estômago lhe implorava por aquela ultima fatia da pizza verde.
Abocanhou a como se fosse seu ultimo pedaço de pizza antes de uma morte fria e sem piedade. Parecia um cachorro que acabara de entrar no cio estava seduzido por aquela pizza mas quando mastigou e degustou a lembrou se do gosto que sentiu quando estava no banheiro e que por alguma razão n soube reconhecer , era picles o seu veneno pessoal um dos poucos alimento que era alérgico e voltou ao banheiro... 


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